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domingo, 20 de novembro de 2011

os cristais por Laércio do Egito parte 02

A ENERGIA DOS CRISTAIS 
“ AS PÉROLAS NÃO SE DESFAZEM NA LAMA…”
VICTOR HUGO 1 9 9 7 - 3 3 5 0
T E M A 0.6 4 6
Na palestra anterior fizemos alguns comentários sucintos a respeito dos cristais, 
quando dissemos que eles foram bem estudados por povos de 
civilizações remotíssimas. 
Mostramos o quanto a tecnologia de ponta atual depende dos cristais e que 
eles detêm uma tremenda carga de energia, que os atlantas denominavam de vrill. 
Quimicamente define-se como cristal: “Uma substância sólida, de forma geométrica 
definida, apresentando certo número de faces planas, que podem ser comparadas 
com as de um poliedro. A disposição “tridimensional descontinua periódica” 
das partículas que constituem o cristal é uma característica das substâncias 
cristalinas”. Em outras palavras, uma substância cristalina é considerada como 
uma formação de partículas que não estão em contacto umas com as outras, 
mas situadas a intervalos regulares nas três direções do espaço, de tal 
maneira que em torno de cada partícula exista uma mesma distribuição de 
pontos materiais. O arranjo interno é, pois, a propriedade essencial dos 
cristais, sendo o aspecto macroscópico apenas uma conseqüência. 
A disposição ordenada das partículas no espaço é que distingue os cristais 
das substancias amorfas, nas quais a disposição das partículas é anárquica. 
A estrutura interna descontínua e tridimensional tem como conseqüência a 
anisotropia dos cristais, que faz com quem as suas propriedades vetoriais 
( direcionamentos ), assim também a condutibilidade elétrica, a coesão e 
dilatação térmica não variem.
Ilustração 1
Fizemos essa introdução técnica afim de que se possa entender, ainda 
que de uma forma singela, o porquê do comportamento energético das 
estruturas cristalinas; para mostrar que um cristal não é absolutamente 
algo inerte, que ele antes de tudo é o mais perfeito acumulador de 
energia que 6 existe no mundo material. 
Na realidade a constituição interna de um cristal organizada em forma 
de malha, age como uma estrutura capaz de reter a energia vrill. 
Numa estrutura material amorfa há a energia não consegue ficar retida 
a não ser na intimidade dos átomos. As irregularidades da estruturação 
da matéria não cristalina, isto é, da matéria amorfa, comporta-se como 
se houvessem pontos de vazamento, a distribuição irregular da matéria 
não consegue reter a energia, o que não acontece numa “malha” cristalina. 
Num cristal a energia é retida e cujo acúmulo condiciona a formação 
de um campo em torno do cristal que vem a ser responsável por uma 
imensa quantidade de fenômenos.
 Assim como acontece com a eletricidade em que em torno 
de um fio eletrificado estabelece-se um “campo”, o mesmo 
ocorrendo com um metal magnético, também no cristal 
existe um campo , embora que a ciência atual ainda o ignore 
como decorrência da dela ainda não dispor de algum meio de 
detecção. Um raio de luz quando atravessa um cristal ele modificações, 
o faixe luminoso torna-se coerente. O que significa isto? - Normalmente um 
raio de luz vai se abrindo em leque e se dispersando á medida em que ele 
vai se propagando pelo espaço. Os raios de um feixe de luz abrem-se em 
leque por isto a ciência diz tratar-se de uma propagação não coerente. 
Porém quando um feixe de luz atravessa um cristal os seus raios tornam-se 
paralelos, por isto trata-se de é um feixe de luz corrente. 
Na realidade, no passado, especialmente na Atlântida, houve um grande 
desenvolvimento quanto a manipulação contida nos cristais bem como 
meios de liberação da energia contida. Isto se constituía uma fonte de 
energia muito abundante e barata. É próprio da natureza humana, pela 
curiosidade se expor a peritos, e foi exatamente o que isto o que 
aconteceu na Atlântida, a ciência chegou a insensatez de promover a 
liberação uma quantidade incontrolável de energia, havendo ocorrido 
algo como uma reação em cadeia, o que foi suficiente para destruir 
todo um continente na mais terrível das noites. Muitos cientistas já 
haviam previsto as conseqüências daquele tipo de experiências que 
estavam sendo levadas a efeito, alertaram muitas vezes, mas interesses 
diversos fizeram com que elas não fossem interrompidas.
 Certos de que uma calamidade adviria, já muitos anos antes do cataclismo 
ocorram, estabeleceram-se correntes migratórias, conforme já mencionamos 
em outras palestras. 

O vrill é uma forma de energia que permeia as partículas, ou seja preenche 
o espaço existente entre os átomos, mas que também permeia o espaço 
existente dentro dos próprio átomos. Um cristal, portanto, comporta-se
como se fosse uma “prisão” para a energia, um acumulador, não deixando 
que ela normalmente extravase como acontece com nas substancias 
amorfas. Em outras palavras, um cristal é um acumulador de energia 
cósmica. O vril, como já dissemos, permeia tudo, onde não
existir matéria, nos espaços “vazios” que fora quer dentro dos 
átomos, entre uma subpartícula e outra, lá existe o viril, 
ele permeia toda o mundo material. 
A ciência ainda não descobriu isto; antes do “big beng” houve uma fase 
em que ainda não se manifestara a energia que conhecemos normalmente, 
mas já existia o vrill. O vril como que se condensa gerando a energia 
comum. Desta forma ele deve ser consdierado como uma espécie de 
energia especial; um estado intermediário entre o 
NADA e a energia comum. O misticismo oriental sempre falou 
dessa energia usando o termo fohat, como um elo existente 
entre todas as formas de existências. 7
Os cristais agem em três níveis distintos:
 1º - Fonte direta de energia;
2º - Sintonizador de energia cósmica, energia do mundo hiperfísico; 
3º - Campo energético. 
FONTE DIRETA DE ENERGIA: Como afirmamos antes, os cristais 
são acumuladores de enormes reservas de energia.
Segundo a Teoria da Relatividade a matéria pode ser transformada 
em energia e vice-versa. 
Essa conversão processa-se nas reações nucleares, mas mesmo 
assim o percentual de energia liberado é mímico mesmo considerando-se 
uma explosão nuclear. 
Se toda a energia contida numa pequena porção de matéria fosse 
totalmente liberada, alguns gramos de materia seria suficientes para 
destruir uma grande cidade. Isto aconteceria, por exemplo, se aquela 
pequena porção de matéria entrasse em contacto com um outra constituída 
de antimatéria. Em tal situação haveria conversão das duas porções 
em energia numa explosão colossal. O ganho de energia, mediante reações 
nucleares clássicas, é relativamente muito pequeno, não chega à 5% nos 
processos mais eficientes usados até o presente, enquanto que numa 
reação matéria/antimatéria ele atingiria 100%. Contudo, esse colosso de 
energia produzido pela aniquilação da matéria é muito pequeno se comparado 
com a liberação da “energia” vrill. A energia desprendida num processo de
 “aniquilação” da matéria é uma fração insignificante da energia vril nela 
contida. No desastre da Atlântida ocorreu uma liberação de energia vril a 
partir de uma porção de cristal. Muitos cientistas julgaram temerária esse 
tipo de experiência e à ela opuseram-se veementemente. 
Enquanto isto outros cientistas continuaram a levar avante a experiência, 
com certezas por não aquilatarem sequer o tremendo potencial que seria 
liberado, mesmo utilizando apenas uma fração cristalina mínima. 
Eles acreditavam que poderiam controlar aquela experiência desde que 
para isto manipulassem apenas uma quantidade mínima de matéria, 
mas jamais supuseram que mesmo assim a energia que seria liberada 
iria destruir o continente inteiro. 
Na Atlântida já se conhecia como liberar energia dos cristais de forma 
perene, porém a ciência quis liberá-la em maior quantidade de uma só vez, 
a maneira de uma hiper-explosão. Uma das indagações que persiste sem 
resposta até hoje diz respeito ao porquê disto, desde a Atlântida não tinha 
na terra rival algum que a ameaçasse. 
Como ainda não se sabe a resposta, o assunto torna-se um campo 
fértil para hipóteses e devaneios. Uma das hipóteses mais aceitas diz 
que estava havendo uma terrível ameaça vinda de fora da terra, isto é, 
a humanidade estava sendo ameaçada por seres alienígenas poderosíssimos, 
portanto, que havia uma ameaça não da terra mas vinda do espaço exterior. 
Alguns dos defensores desta hipótese citam o que diz o Râmâyana, poema épico 
hindu que fala de uma grande guerra com armas inconcebivelmente devastadoras. 
Naquele poema é descrito uma avassaladora guerra que correra entre os
 “filhos de Deus” e os “filhos da negra sabedoria”. 
Assim sendo, mesmo que o nome Atlântida não seja mencionado no poema que foi 
escrito há 5.000 anos AC, poderia se referir ainda a algo acontecido num lugar que poderia 
ser o Continente da Atlântida. Ou, por outro lado, a guerra citada no Râmâyana ocorreu 
em época bem anterior, mas quando a civilização Atlanta floresceu uma nova ameaça 
espacial se fez sentir levando os atlantas a precisarem de uma arma de tal magnitude 
para defenderem-se de um ataque alienígena.

Existe uma outra hipótese. Esta diz que não havia ameaça alienígenas mas 
os atlantas, a par da curiosidade científica, estavam precavendo-se para na 
eventualidade de possível colisão de um grande meteoro contra a terra, 
como já acontecera muitas e muitas vezes antes, os terrestres disporem de um engenho 
de poder destrutivo colossal para explodir tal tipo de corpo antes dele entrar no 
campo gravitacional da terra. Estas são as duas hipóteses que melhor justificam 
o porquê dos atlantas quererem dispor de uma arma de tão inconcebível poder 
de destruição. Há, hipóteses de que no final dada civilização da Atlântida haviam 
muitas lutas internas, muitas dissenções políticas entre diferentes regiões e que o 
interesse era uma fração ter maior poder de destruição para subjugar a outra. 
Isto é verdade não tem cabimento porque eles sabiam que um tamanho poder 
de destruição transcenderia o nível do utilizável. Ora, se com apenas o poder de 
bombas atômicas as nações chegaram a um consenso de não darem inicio a uma 
nova guerra na atualidade, desde que numa guerra nuclear não haveria vencidos 
e nem vencedores, restaria apenas as cinzas da catástrofe atômica. 
O que dizer, então, de uma arma ante à qual uma bomba atômica mais parece 
uma brincadeira de criança? - Os cientistas sabiam do tremendo poder de uma 
“bomba vril” e não tentariam usá-la numa guerra interna. Assim sendo, o motivo, 
por certo foi outro, mas que ainda desconhecemos. 
Eles não iriam fazer uma guerra com uma arma de tal porte dentro do próprio 
continente. Mesmo que não aquilatassem o poder destrutivo de uma “bomba vril” 
mesmo assim sabiam que ela tinha um poder tal que a tornava inaplicável 
numa guerra local.

Em decorrência do que aconteceu na Atlântica apenas com a liberação do vril 
retido numa pequena porção de material cristalino, pode-se entender que os cristais 
encerram um potencial imenso que em certas condições podem ser utilizados 
positivamente. Vimos que mesmo aquela diminuta porção de cristal encerrava 
energia vril suficiente para destruir todo o continente.
Os sacerdotes atlantas sabiam 
do poder do vril, os cientistas também sabiam, porém duvidavam do nível de 
magnitude afirmado pelos sacerdotes e pelos cientistas “iniciados”. 
Podemos mesmo dizer que os cientistas ainda estavam longe de aquilatar o 
verdadeiro poder do vril. Quando os sacerdotes e iniciados falavam que o 
homem não tinha a menor condição para tentar manipular o vril, os cientistas 
e políticos achavam que se tratava de exageros sem base científica. Quando os 
sacerdotes afirmaram não ter o homem o poder de controlar a força do vril por 
se tratar da mais potente expressão de energia existente dentro da criação, e, 
até mesmo, num certo sentido, também fora dele, portanto, tratando-se de algo 
que transcendia o universo criado. Os “Iniciados” sabiam que o vril era uma 
expressão do próprio fohat. 

Eles tinham perfeita ideia do que os orientais têm 
na atualidade a respeito dessa energia criadora e destruidora. 
Transcrevemos como atualmente o Fohat é descrito: 
“ Fohat eqüivale a força ativa, a potência 
ativa ( masculina) que condicionou a criação da 
natureza. É a essência da eletricidade cósmica” - Termo oculto tibetano utilizado 
para expressar a Luz Primordial - “ Fohat é, no universo de manifestação, a sempre presente 
energia do poder destruidor e formador. É a força ativa da vida universal, o 
princípio que anima e eletriza cada átomo, fazendo-o vibrar e ter vida” 
“Trata-se da eminente unidade que enlaça todas as energia cósmicas, tanto 
nos planos invisíveis como nos manifestados. Alem de criar ele penetrando 
no seio da substancia inerte, impulsionando-a a atividade e guia suas 
diferenciações”. “É o laço misterioso que une o Espírito com a Matéria, 
o Sujeito com o Objeto, a „ponte‟ através da qual as idéias existentes no 
Pensamento Cósmico são impressas na criação como Substancia Cósmica, 
como Leis da Natureza. Assim, pois, Forah é a energia dinâmica da 
Ideação Cósmica, ou, considerado de outro ponto de vista, é o 
Meio Inteligente, a potência diretora de toda manifestação, o „Pensamento‟ 
do Poder Superior transmitido através dos Arquétipos do mundo visível”.
Pode-se entender que na realidade nem se pode definir o vril ( um dos 
aspectos do Fohat ) como sendo uma energia conforme a conceituação da 
física. Na realidade o termo que mais se aproxima é “poder”. 
Na realidade trata-se daquilo mesmo que os antigos Egípcios, descendentes 
diretos dos Atlantas, chamavam de RA. O atributo “masculino”, ativo, 
que faz MA entrar em vibração, portanto trata-se do Poder Impulsionador 
de toda a Criação, “substância” primordial integrante do 10
NADA. Entre a Mente Cósmica e todas as coisas existentes existe um elo de 
união, um “vínculo” integrador, um “meio” através do qual a o comando da 
mente constitui e rege todas as coisas existentes e isto é Fohat, do qual o vril 
é um dos seus aspectos. Para que melhor possa ser entendido o que representa 
Fohat, vamos estabelecer uma analogia simples, ainda que muito distante situem-se 
os dois conceitos, mas mesmo assim dá para que se possa, de forma bem sucinta, 
entender um dos aspectos do Fohat. Suponhamos uma idéia é transformada em 
palavra, a palavra transmitida a uma outra pessoa. Nesse processo tem que ser 
usado algum meio. Quando a pessoa fala próximo a uma outra esta escuta, mas 
tem que existir um meio através do qual o som é transmitido, geralmente o ar. 
Fala-se por telefone, tem que existir uma energia, um fio; se fala pelo rádio, tem 
que as ondas hertezianas como elo; e assim por diante. Pois bem, o comando do 
Poder Superior sobre toda a creação é veiculado por Fohat. Sintamos o quanto 
imenso é o “meio” através do qual foi veiculado o comando da criação de tudo 
quanto há. Na realidade o vril não é exatamente fohat, o vril é apenas um dos 
seus aspectos, exatamente aquele que integra o comando da criação no 
estabelecimento primordial da energia, esta, que por sua vez, cria as partículas 
primordiais da constituição da matéria. Algumas das doutrinas que falam da 
Creação dizem que tudo quanto há veio da Luz e falam da Luz Primordial 
criadora das coisas existentes. Na realidade não se trata da luz que costumamos 
perceber visualmente como claridade. Esta já faz parte da própria creação, tanto 
isto é verdade que desde que ela pode inclusive ser medida. A Luz que as 
Doutrinas falam é uma que transcende à creação, esta que usamos chamar de 
Luz Primordial, é que corresponde exatamente à Fohat. A luz que vemos como 
claridade é algo que vibra ocupando a 49ª oitava da escala das vibrações, 
correspondente a 562.949.953.421.312 c/s., portanto, algo que se situa até 
mesmo abaixo da freqüência dos Raios X, por exemplo. Tudo aquilo que vibra 
faz parte do universo creado, este é um dos Princípios Herméticos, logo, se a 
luz claridade é vibração, sendo assim ela não estaria no nível do Poder Superior. 
Consequentemente as coisas não poderiam ser originárias da luz claridade desde 
que ela mesma já é uma forma de criação, algo que tem vibração e que, portanto, 
só existe em função da existência do Universo creado. 

Por sua vez, Fohat não 
vibra mas faz tudo vibrar, existindo simultaneamente como algo intrínseco e 
extrínseco ao Universo Creado. Na realidade quando as Doutrinas ligadas á 
Tradição falam da Luz na realidade os atributos que lhes são dados referem-se
Fohat. Feito essas considerações queremos dizer que o vril não representa 
Fohat como um todo, mas sim, de um dos seus aspectos, o de “energia” criadora. 
Na Atlântida conhecia-se um modo através do qual era possível a liberação parcial 
e contínua da energia vril mas, por motivo ignorado, os dirigentes e cientistas 
quiseram liberá-la além daquele limite que normalmente eles já estavam acostumados 
a fazê-lo. Para isto vinham tentando um método diferente que despenderia uma 
bem maior quantidade de energia do que era obtido da maneira tradicional. 
Assim foi tentado uma experiência fatídica cujos motivos ainda tem sido motivo 
de controvérsias. Há os que dizem: “ Os atlantas quiseram igualar-se a Deus 
controlando Fohat e isto hes causou a destruição”; desde que a energia atômica, 
mesmo ao nível de uma reação do tipo matéria/antimatéria chega a se parecer com 
um simples brinquinho de criança, se for comparado com o poder do vril. 
 

 

os cristais por Laércio do Egito

OS CRISTAIS 



“ RENUNCIAI A VOSSA PRETENSA CULTURA, E 
TODOS OS PROBLEMAS SE RESOLVEM”. 
AFORISMO - LAO-TSÉ 
1 9 9 7 - 3 3 5 0 

T E M A 0.6 4 5 

Recentemente temos visto crescer de forma vertiginosa o interesse pelos cristais. 
Muitos acreditam tratar-se de um conhecimento novo, e rudimentar, quando na 
realidade esse conhecimento é multimilenar, pois era um dos principais ramos 
da ciência da Atlântida, e altamente sofisticado quanto a sua utilização. 
Naturalmente o desconhecimento a respeito do potencial contido nos cristais 
leva muitos curiosos a manipular forças que estão distante de ter devidamente 
entendida a suar real magnitude. 
Mesmo técnicos que trabalham em determinadas 
áreas já se aperceberam do imenso e praticamente inesgotável potencial dos 
cristais. Poucos são aqueles que sabem que os cristais encerram o maior 
potencial energético de que se tem conhecimento. 
Queremos lembrar que os transmissores de rádio, de televisão e de telefonia, 
dependem basicamente de cristais. 
Os chips e outros muitos componentes 
dos aparelhos de telecomunicações são 
basicamente cristais. 

Desta forma podemos dizer que naves que circulam no espaço sideral, 
algumas já praticamente deixando para trás o sistema solar, ainda 
continuam comunicando-se com a terra graças a cristais. 
O uso dos cristais atualmente cada dia cresce mais, hoje não se pode nem 
ao menos pensar que a tecnologia de ponta possa prescindir deles. 
Basta que vejamos o quanto tem sido utilizado 
o laser. 

O que é um laser?

- Simplesmente é um cristal, geralmente de rubi, através do 
qual se faz passar um raio de luz comum. 
Algo, que podemos dizer, de uma simplicidade desapontante, 
mas cuja eficiência é algo incomensurável. 
Atualmente existe um número imenso de aplicações 
para raios laser e estas vêm se multiplicando à cada dia nos 
mais variados campos, 
que vão desde a micro-cirurgia à indústria 
pesada. 

Atualmente a indústria bélica já percebeu as possibilidades 
de utilização do laser como arma de guerra. 
Inúmeras armas laser já existem e outras estão sendo 
estudadas. 
Armas que vai desde sistemas de orientação de 
bombas, à canhões laser, algo muitíssimo mais destruidor 
que os convencionais. 
Porém, em se tratando de uma força muito poderosa, 
é bom que se tenha em mente ser preciso ter um sólido 
conhecimento dos cristais para manipulá-los 
devidamente. 
Podemos dizer que na Atlântica a ciência dos cristais 
teve um altíssimo nível de desenvolvimento, mas por outro 
lado foi esta ciência que determinou a destruição 
daquele continente.

A ciência atual vive embevecida com a energia nuclear, usando-a quer 
visando o sentido bélico quer o sentido industrial, como fonte de energia 
elétrica, por exemplo. Na realidade a energia nuclear, da maneira comum 
como tem sido usada, pode ser considerada uma fonte de “energia suja”, 
enquanto isto a energia dos cristais pode ser considerada limpa por não 
deixar resíduos danosos aos seres vivos. 

Como tudo tem duas faces, a energia dos cristais, mesmo sendo uma energia 
não contaminante, ela é muito mais destruidora que a energia nuclear, 
evidentemente. 
Basta que se tenha conhecimento do que aconteceu 
na Atlântida para se possa sentir o enorme respeito o que 
a manipulação de cristais pode causar.
 Naquele continente a energia dos cristais recebia o nome de viril. 
Trata-se de uma forma de energia bem
diferente da energia nuclear. Enquanto esta diz respeito ás interações
entre partículas, o viril, por sua vez, permeia toda a matéria, estão em
todos os espaços “vazios”, independentemente de ter ou não
partículas. Está presente nos “vazios espaciais” quer seja isto a nível
sideral quer seja a nível material. 

Podemos dizer que, num certo sentido, o viril corresponde aquela 
essência da qual tudo teve origem e que os Egípcios 
( mencionado por nos em vários temas ) 
denominaram de RA e MA ( dupla polaridade ). 
De uma forma lata, podemos poderíamos dizer que as partículas, como 
que flutua num meio constituído exatamente pelo viril. 

Os habitantes da Atlântida usavam os cristais com as mais diversas 
finalidades. Na realidade era a fonte de quase toda a energia utilizada naquele 
Continente, desde a força motriz utilizada em atividades gerais, como também 
para fins curativos, e mesmo espirituais, como vemos depois. 
Os cristais, atualmente, constituem a base dos sistemas de comunicações, 
tais como, rádio, televisão e inúmeras outras formas. Todos os instrumentos de 
comunicação modernos dependem basicamente de chips que na realidade nada 
mais são que estruturas compostas de cristais. 

Mesmo que as comunicações atuais dependem, podemos dizer, totalmente 
dos cristais, queremos dizer que na Atlântida havia diversos outras usos, tais 
como a comunicação telepática que se estendiam até a um tipo de 
comunicação com pessoas falecidas e com outros planos de existências. 
Mas, usavam-se também os cristais em atividades de ordem física e 
mesmo militar. O uso excessivo e indevido do poder dos cristais parece ter 
sido, ao nível metafísico, o motivo mais forte da destruição daquele povo, tanto é 
assim que não houve qualquer guerra quando do afundamento da Atlântida. 

O grande cataclismo ocorreu em decorrência de uma experiência física em que 
era tentado uma canalização de energia de plano hiperfísico. 
Os sobreviventes da Atlântida levaram o conhecimento da ciência dos cristais 
especialmente para o Egito, América Central e do Sul e Tibet. Povos que 
construíram pirâmides com estruturas cristalinas através das quais canalizavam 
a energia para a terra. 

Na Grécia e em Roma os cristais eram usados como meio de tratamento 
e de manutenção de saúde, e ainda com a finalidade de desenvolvimento de 
certas capacidades. 
Os Maias e índios americanos também se utilizavam de cristais a fim de 
diagnosticar e tratar de enfermidades. 
Os cristais eram usados como objetos de poder pessoal e de cura, pata os
xamãs da América do Norte e do Sul, da Austrália, e Sibéria. 

Eram empregados em rituais como instrumentos que permitiam “ver” além 
do nível sensorial comum.
Quando se falam que os antigos usavam cristais como instrumentos de 
tratamento médico, à primeira vista, é como se tivéssemos falando de simples 
fantasias, pois parece ser isto impossível, algo totalmente destituído de respaldo 
científico. Mas na verdade não é assim, basta que vejamos que a medicina 
moderna está utilizando, cada vez em maior número, instrumentos à 
base de cristais. 

Nesse 4 sentido podemos citar os bisturis laser de alta precisão, 
aparelhos de foto coagulação para corrigir descolamentos de retina e outras tantas 
intervenções delicadíssimas a nível neurológico, etc.. As mais avançadas técnicas 
no campo da medicina não dispensam, portanto, o uso de inúmeros instrumentos 
com as mais diversas finalidades construídos á base de cristais,. Até mesmo 
técnicas tradicionais, como, por exemplo, a acupuntura, atualmente está substituindo 
o uso de agulhas por raios laser. 

Além do campo médico comum, o laser está presente desde as micro 
indústrias até as indústrias pesadas, desde microscópios 
a serras, perfuratrizes, maçaricos de aplicação em soldagens e seccionamento de 
grossas lâminas de aço. Os laboratórios modernos estão, portanto, repletos de 
instrumentos à laser e de outros baseados também em cristais, tais como balanças 
de precisão, osciladores, ressonadores, etc.. Com o advento da Nova Era o número 
de pessoas que se têm voltado para especulações esotéricas tem sido imenso. 

Antigos conhecimentos têm vindo à tona motivado pelo interesse das pessoas e 
também porque é chegado o momento em que espíritos bem mais desenvolvidos 
virão encarnar na terra e como tais com mais condições de fazer bom uso de 
conhecimentos e milenares. Esta é uma das razões pelas quais algumas Ordens 
e confrarias guardiãs de certos conhecimentos elevados vêm liberando um tanto 
deles nos anos recentes. Por outro lado, também tem surgido grande número de 
especulações sem base alguma quanto ás aplicações dos cristais e sobre tais 
especulações muitas pessoas vêm fazendo uso sem que obtenham quaisquer 
resultados reais. 

Outras vezes são pessoas que usam poderosos princípios antigos 
sem que tenham o mínimo de qualificações para isto. Neste grupo, enquadram-se 
muitos “curiosos” que vêm utilizando princípios da ciência esotérica para os mais 
diversos fins sem que tenham a mínima qualificação para assim procederem desde 
que ignoram os mais rudimentares conhecimentos para isto, sem que nem ao menos 
tenham consciência a respeito do potencial que eles encerram e consequentemente 
de sérios problemas passíveis de ocorrerem. 

Tantas vezes tem acontecido pessoas fazerem usos de objetos sem que 
tenham um mínimo de conhecimentos a respeito daquilo que estão manipulando, 
baseadas apenas em informações incompletas, ou mesmo deformadas, 
fornecidas por comerciantes ávidos de dinheiro, por pseudo-mestres ou 
outras vezes por seitas, tanto aquelas que simplesmente ignoram 
o real sentido de determinados objetos, quanto aquelas quem têm um alvo 
premeditadamente negativo. 

Existem pessoas movidas simplesmente por crenças e fantasias próprias, 
muitas vezes com a finalidade de se fazerem passar por mestres, 
estabelecendo uma série de informações erradas ou ineficazes. 
Isto tem acontecido amiúde no que diz respeito ao 
uso dos cristais. 

Atualmente usam-se cristais de modos inadequados, visando estimular funções 
do organismo, em especial os chacras. 
Um chacra pode ser trabalhado desta maneira mas nunca por pessoa que não 
tenha real conhecimento sobre essa arte, do contrário acabam prejudicando 
mais do que auxiliando.  Nestas palestras não visamos ensinar quanto ao uso 
dos cristais, até mesmo porque não estão qualificados devidamente para isto. 
Pretendemos sim ensinar quanto aos cuidados básicos e quanto a modos 
simples que tornem a pessoa preparada para não se deixar levar por simples 
ilusões ou mesmo por propósitos dúbios.